Os principais setores que adotaram o Home Office

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Os tempos de crise nos forçam a tomar atitudes paliativas e corretivas, para que possamos conseguir enfrentar a situação da melhor forma. E com a pandemia restringindo a circulação das pessoas, muitos setores resolveram adotar o trabalho remoto como forma de continuar produzindo seus serviços, inicialmente como método alternativo ou paliativo que mais tarde viria a se tornar uma das modalidades principais das empresas.

O aumento do Home Office e os setores influenciados

Segundo o IBGE, somente em 2020, o Home Office atingiu 11% dos trabalhadores no Brasil. Isto é, de 74 milhões dos brasileiros que estavam trabalhando na época da pesquisa feita entre Maio e Novembro de 2020, 8,2 milhões estavam trabalhando em suas casas.

Um estudo do IPEA revelou que dos setores privados, o de educação privada provavelmente foi o mais aderente à modalidade, chegando a 51% das pessoas. O setor financeiro privado chegou à 38,8% e o de comunicação Privada em 34,7%. Na administração pública, quem teve primeiro lugar em maior número de trabalhadores Home Office foram os órgãos federais com 40,7%. Já nos órgãos estaduais a proporção foi de 37,1%, e municipais com 21,9%.

No início do período de Pandemia, o estudo feito pela Fundação Instituto de Administração (FIA) revelou que quase metade das empresas aderiram ao trabalho remoto, com 41%, chegando a ser um número maior no ramo de serviços hospitalares com 53% e na indústria com 47%.As empresas também adotaram algumas estratégias como o trabalho home office parcial, em que os colaboradores trabalharam presencialmente em apenas alguns dias da semana, o trabalho em carga horária reduzida, a antecipação das férias e, infelizmente, a redução do quadro de funcionários.

Resultados

Como todo trabalho, houveram seus prós e contras, e dificuldades como planejamento e disposição de materiais de trabalho, exigência de confiança por parte do empregador e alterações nos contratos precisaram ser aderidos, porém um estudo da FIA (Fundação Instituto da Administração) nos mostra que muitos dos setores pesquisados pretendem continuar com a modalidade, chegando a 70%. Tambem revelou que talvez só não haja mais decisões de permanecer na modalidade devido à falta de formalidade jurídica.

Algumas empresas, sendo 1/3 delas, também optaram por continuar com a modalidade do teletrabalho para pelo menos parte dos empregados, e algumas até mesmo para metade dos colaboradores da empresa, mostrando que o período pós pandemia poderá ser bem diferente de antes, podendo mudar os resultados das empresas, gerar um novo cenário e exigir de todos um melhor estudo de como se adaptar às mudanças de forma definitiva.

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